Quem já não presenciou uma criança fazendo manha, se jogando no chão, puxando o cabelo da irmãzinha, tomando a força e quebrando o brinquedo de outra criança ou mordendo a babá ? Essas situações constrangedoras todos nós já presenciamos e isso, além de ser desagradável, incomoda muita gente.
A pessoa com comportamento inconveniente, que atrapalha e por vezes chega até aborrecer outras pessoas, deve ser analisada com critérios específicos pelos pais e educadores. Normalmente, se observa esses comportamentos desde a infância, em bebês com comportamentos egocêntricos, irritantes e birrentos. Crianças mal educadas ou mimadas que não têm limites estabelecidos e não são orientadas e corrigidas quando praticam tais atitudes tendem a desenvolver esse tipo de comportamento por entenderem que está correto e que pode fazer qualquer coisa. Então, invadem espaço de outras crianças, manipulam as brincadeiras, falam muito alto ou gritam o tempo todo, dominam os brinquedos, discriminam outras crianças e, até mesmo os pais e outros adultos de seu meio. Esses comportamento quando não corrigidos vão piorando com a idade . Começam então as mentiras, se agrupam com outras crianças do mesmo comportamento para, em grupos, fazerem traquinagem e maldades com outras crianças, desrespeitar professores, bagunçar em sala de aula, matar aula e cometer até pequenos delitos como forma de mostrar que podem transgredir as normas e enganar pessoas .
Desobediência ou Comportamento com Transtorno de Conduta?
Como diferenciar.
Toda criança com desenvolvimento normal no seu cognitivo e em sua formação de personalidade irá testar até onde pode ir e vai depender de quem a orienta para definir seus limites. Quando uma atitude abusiva acontece é preciso que estabeleça regras e que mostre para a criança o porquê deve rever e corrigir seu comportamento. Não se pode apenas proibir ou castigar, tem que conversar e mostrar a consequência do que ela fez, que tudo não gira em torno dela e que nem tudo pertence a ela. Mesmo que na infância o egocentrismo faça parte de suas atitudes é recomendado orientá-la para saber conviver socialmente de maneira adequada com as demais pessoas e ter seu espaço garantido no meio que vive porém, deve entender que esse espaço também pertence a outras pessoas e que deve ser repartido, respeitado e compartilhado.
Quando extrapola suas atitudes e as repetições inapropriadas e desafiadoras estão sendo constantes é preciso rever junto aos pais ou responsáveis qual atitude tomar - e aqui cabe até atuação de um terapeuta ou psiquiatra para ajudar na orientação - pois, muitas vezes são pais que não sabem como interferir de maneira assertiva com a criança. Essas atitudes repetitivas de comportamento inadequado é o que chamamos de Transtorno de Conduta Antissocial.
Já quando são situações esporádicas de brincadeiras ou bagunças própria de crianças e que não comprometem outras pessoas, mas que mesmo assim não são apropriadas para o local ou para aquele momento (ex: igreja, cinema, velório e até se intrometer na conversa de adultos) então, pode-se dar uma repreensão, uma bronca, colocar de castigo pra pensar ou uma chamada de atenção resolverá o problema. Esses são Distúrbios de Conduta que podem ser corrigidos por pais ou professores por serem apenas comportamentos inadequados, diferente dos Transtornos de Conduta Antissocial que são transtornos psiquiátricos com deformação na formação da personalidade e que necessita da atuação de um profissional, psicólogo ou psiquiatra.
Sintomas no Transtorno de Conduta Antissocial
1- Empurra, derruba, bate nos colegas
2- Rabisca paredes, sofás e rasga páginas de livros escolares.
3-Bilisca e morde as pessoas
4-Utiliza de algum objeto para bater e machucar irmãos e colegas de escola.
5- Intimida pessoas, atormenta e tira a tranquilidade nos lugares que frequenta.
6- Se apropria de objetos que não lhe pertence.
7-É atraído para coisas perigosas, como fogo e altitude.
8-Faz crueldade com animais, amarrando, batendo ou confinando bichinhos em caixas apertadas.
9-Mente para conseguir vantagens.
10-Constrange pessoas fazendo bullying e menosprezando autoridades.
11-Estraga propriedade particular de outros como riscar carro, chutar portões, rasgar sacos de lixo ou vandaliza patrimônio público.
12-Entra em casas abandonadas ou pula muro de quintais para praticar pequenos delitos.
13-Foge de casa e passa noite fora sem avisar ninguém.
14- Mata aulas ou foge da escola em dias de prova.
15- Usa de drogas e consumo de álcool.
Diagnóstico
Para se considerar o diagnóstico de Transtorno de Conduta Antissocial é preciso pelo menos três dessas referências de sintomas ou comportamentos com equivalência antissocial similar, ocorridos nos últimos 12 meses sem que não tenha tido consciência do que fez ou arrependimento do fato cometido.
Deve-se considerar ainda, se houve algum acontecimento com fato novo como: mudança de escola, algum acidente físico, acontecimento traumático com mudança radical na sua rotina , envolvimento emocional perturbador durante esse período na vida escolar, familiar ou pessoal desse paciente.
Os sintomas geralmente são observados em crianças no início da infância e na puberdade, podendo persistir até idade adulta. É importante avaliar acontecimentos como: se tem pais adotivos, privação afetiva, abuso sexual, discórdia familiar, comportamento agressivo ou uso de drogas de um dos pais(ou dos dois), separação conjugal dos pais, perda de um ente querido muito próximo,chegada de um irmãozinho, mudança de professores que ele gostava muito, habitar em local de violência, escola com amigos também com comportamento inadequado ou bullying na escola.
Tratamento
Os tratamentos variam de acordo com a gravidade e intensidade das ocorrências, podendo ir desde uma orientação terapêutica nos casos de crianças pequenas e nos casos mais brandos com intercorrências esporádicas até intervenção de equipe multiprofissional para casos de adolescentes ou adultos com indicação de terapia ocupacional, oficina de arte, prática de esportes para aliviar estresse , diminuir a tensão e conflitos internos. Nos casos mais graves pode ser preciso tratamento psiquiátrico quando em envolvimento de agressividade e violência a terceiros sendo algumas vezes, necessário a internação e uso de medicamentos psicofármacos nos casos psicóticos, de ideias paranóides, convulsões e uso de drogas.
A hospitalização do paciente só se faz necessária quando acontecer risco eminente do paciente como em casos de suicídio, auto-agressão, delinquência ou homicídio. Se possível usar da internação em hospital-dia onde o acompanhamento é mais próximo a estabilidade emocional e física do paciente ou até que os medicamentos começarem o efeito e depois continuar com a terapia.
*Importante
A observação criteriosa pelos professores em sala de aula diante qualquer alteração no comportamento das crianças deve ser considerada e acompanhada, com orientação aos pais e responsáveis. Avaliar o fato ocorrido e não apenas já rotular a criança. Não despreze, nem faça vista grossa e não ache engraçado comportamentos agressivos a nenhum tipo de comportamento ou incompatibilidade observada em sala de aula , no pátio, nos banheiros ou nos espaços de convivência e interação social na escola. Quanto mais cedo for detectado alguma anormalidade no comportamento da criança, melhor será o diagnóstico e mais rápido o tratamento.
O ser humano sempre procurou pela " Fonte da Juventude e " Onde Encontrar a Felicidade" como sendo a chave para a solução de seus problemas, colocando todas suas fichas no modo de ser sempre jovem, bonito e feliz como sendo esses, os fatores primordiais para uma vida plena.
A psicoterapia tem se deparado há séculos, no atendimento a pacientes que procuram soluções mágicas para eliminar seus sofrimentos achando que, se resolver o que está no exterior tudo fica perfeito - o que é um equivoco - pois as causas das angústias que atormentam as pessoas estão no seu íntimo, guardadas ou escondidas delas mesmas e não adianta fazer plásticas, mostrar-se feliz em fotos nas redes sociais, ser sorridente e pensar positivo que seus problemas não irão se resolver. O tratamento consiste em ir a fundo, sem medo, no que está trancado no porão da mente amargurando o coração e só assim poderá trazer a alegria de volta ou conseguir o caminho para seguir em frente, em paz.
Carl Rogers psicólogo do século passado, desenvolveu a Teoria Humanista que foca no indivíduo e em tudo que está a sua volta como sendo fatores importantes para o desenvolvimento pessoal, com liberdade para seu crescimento como um todo. É a subjetividade que constrói a individualidade e a formação do eu, com suas características, crenças e valores que lhe são importantes ou que com o aprimoramento do conhecimento e da personalidade, podem vir a serem incorporados ou não em sua estrutura pessoal e humanista.
Na Universidade de Havard, o curso mais popular é o de "Felicidade", onde o professor Tal Ben-Shahar ensina a ser feliz. O curso faz parte da graduação do Curso de Psicologia não como matéria básica, com notas a serem almejadas, mas para ajudar os alunos na realização pessoal e satisfação profissional, pois muitas vezes a pessoa tem - aparentemente - tudo para se considerar realizado e senti-se infeliz.
Isso foi inclusive o que aconteceu com esse professor e o motivo pelo qual ele resolveu inovar. Muitas vezes, achamos que ter sucesso, dinheiro ou fama é o que traz felicidade. Essas são etapas que para muitos são importantes, porém se você não está em um contexto de acolhimento e reconhecimento no trabalho, entre familiares e amigos, dificilmente essas coisas irão completar qualquer pessoa, por muito tempo.
No trabalho é preciso ter união para atingir as metas, realização de trabalho em equipes focadas no desempenho do projeto, mas também na capacitação dos talentos de cada um. Na família é preciso compartilhamento, respeito e participação integrada entre todos e os amigos fecha o ciclo com a companhia, a conversa que traz entusiasmo, diversão e o prazer de ser aceito num grupo afetivo.
Em 1922, o físico e cientista alemão Albert Einstein quando em um visita a Tóquio, estava hospedado no Imperial Hotel Tokyo e recebeu um mensageiro que foi lhe entregar um comunicado. Sem dar gorjeta ao mensageiro pelo serviço, Einstein escreveu de próprio punho duas notas em um papel e entregou ao mensageiro. Numa estava escrito “Talvez, se você tiver sorte, essas notas acabarão sendo muito mais
valiosas que uma simples gorjeta” e na outra: ."Onde há desejo há um caminho". Era a "Fórmula da Felicidade" que ele entregava nas mãos daquele mensageiro.
Hoje, 95 anos depois, os escritos de Einstein se tornaram públicos com a sensibilidade e sabedoria do grande mestre. Não adianta ter fama, dinheiro e corpo perfeito é preciso ter meta e saber qual o caminho escolhido para ser feliz, com satisfação, desejo e brilho nos olhos. Não importa o que os outros pensam. A felicidade está dentro de você e pode ser qualquer coisa e, muitas vezes, quanto mais simples for o desejo maior felicidade lhe proporcionará.
Síndrome da Felicidade
Apesar de muita procurada, a felicidade está bem perto de todos nós. Basta nos darmos conta que o que nos faz feliz, pode não ser o que faz outra pessoa feliz, que não temos que ser igual. Somos seres únicos, feitos por Deus como obra -prima.
O que nos realiza está em nosso íntimo. Pode ser que, se começarmos a nos desprender de coisas materiais ou a nos comparar com outras pessoas iremos descobrir um universo rico e cheio de particularidades dentro de cada um de nós que irá trazer a felicidade que nos falta e tanto procuramos.
"Precisamos de pouca coisa para viver e menos ainda para ser feliz" Luiza Gosuen
Insatisfação Crônica
Vivemos uma época onde tudo é fácil. Na maioria das vezes, com apenas um toque se consegue ter o que precisa, e tudo se pode conseguir com facilidade. Uma grande maioria da população mundial habita em lugares prósperos e com acesso a facilidades, novidades de todo tipo e com oportunidades na internet para todo tipo de conhecimento, porém quanto mais tudo isso está a disposição de muitos, maior é a insatisfação e angústia que as pessoas experimentam em suas vidas.
Procuram a satisfação e felicidade em coisas ilusórias, acúmulo de bens materiais e momentos de fama que em nada irão contribuir para sua real satisfação interior.
O desejo que a mídia impõe como sendo algo prioritário e que você precisa conseguir "agora" é um desejo falso e inexistente e muitas vezes, pode até trazer consequências sérias, quando estimular a adquirir algo que está fora de seu orçamento, fazendo com que sua vida se torne cheia de dívidas e empréstimos tirando-lhe a paz. E, se você conseguir esse tal desejo imposto pela mídia, irá perceber que na verdade você não precisava dele e que agora que tem, em nada mudou sua satisfação e ainda o deixou endividado, com preocupações e pior... continua infeliz.
A insatisfação, também tem um lado positivo, quando nos impulsiona a mudar, a seguir em frente para superar ou a conquistar novos patamares. Nesse sentido é bom e importante saber a hora de sair do senso comum e da acomodação, mas sem exagerar na mudança para não comprometer sua satisfação interior, que deve ser baseada em suas necessidades e não na dos outros.
A Síndrome da Insatisfação Crônica surge com o reclamar constante de tudo, desde um relacionamento que não traz mais compartilhamento ou satisfação íntima e daí as reclamações se entendem para todas as áreas, tanto da casa como do trabalho, dos amigos, da cidade e até de você mesma. É uma ansiedade que não se acalma e surge então o impulso de comprar tudo que vê pela frente com a intenção de preencher esse vazio existencial (quanto maior o número de sacolas que você saí de um shopping, maior é a revelação de sua infelicidade). Só que isso não preenche nada e nem melhora seu Complexo de Inferioridade.
Existe sim, insatisfações pontuais. Em alguma época, por algum motivo específico todos nós temos algum tipo de insatisfação, mas quando a insatisfação é contínua , que atormenta todos a sua volta e que deixa a pessoa infeliz o tempo todo, então é preciso rever o que está acontecendo porque pode inclusive se estender para outro tipo de doença que pode ser uma Depressão, Taquicardia, Transtorno Afetivo Bipolar e até Síndrome do Pânico.
**Importante
Ouça seus amigos. Tenha mais tempo com sua família. Reveja sua espiritualidade. Valorize a si mesmo. Abrace mais seus filhos. Se cuide e sorria mais, inclusive pra você mesmo. Procure a companhia de pessoas comprometidas com a vida. Observe a natureza, que foi feita pra alegrar sua vida. Irá perceber que muito que procurava está bem perto de você. Porém, se precisar de ajuda profissional procure um Psicólogo e não deixe de ser feliz.
"Uma casa tem que
ter acolhimento. Não tem que parecer uma loja de decoração, mas deve
revelar tranquilidade para seu descanso, incentivo para sua criatividade
e reflexo do que você deseja para sua saúde". Luiza Gosuen
Tudo em nossa casa revela um pouco de nosso jeito de ser, de pensar, de sentir e de nos relacionar.
Quando entramos na casa de uma pessoa pela primeira vez, o cheiro do ambiente já nos transmite uma sensação de agradabilidade ou de incômodo. Para muitos, o cheiro de guardado e ar abafado pode até despertar lembranças desagradáveis, desconforto e até alergia. Isso porque nosso cérebro retém os acontecimentos marcantes de nossa vida. A memória seletiva, de maneira instantânea, traz a tona o que guardamos, tanto os bons momentos quanto os maus momentos, e se aquele cheiro remete a uma situação desagradável iremos associar aquele ambiente a alguma coisa que nos incomoda, e isso é inconsciente, na hora não nos damos conta, apenas sentimos e registramos.
Outra situação é um local cheio de coisas amontoadas em cima do sofá, uma mesa repleta de objetos e papéis , uma pia cheia de louças sujas ou um quarto onde tudo está sobre a cama , espalhado pelo chão ou jogado dentro do armário.
A desordem pode refletir inquietações, angústias e frustrações não
resolvidas, porém a organização em excesso, sem um só grão de
poeira, um objeto fora da posição ou a franja do tapete desarrumada, pode também camuflar uma situação obsessão, de desalinho consigo mesmo e que precisa de maneira inconsciente,
limpar e arrumar tudo para não ficar "sufocado" com a sensação de estar se sentindo - "sujo" ou
"imperfeito".
O psicólogo suíço Jean Piaget definiu e descreveu as etapas do
desenvolvimento cognitivo dos seres humanos, em estudos e observações feitas através do comportamento de seus próprios filhos e pacientes, mas era completamente incapaz de organizar o seu próprio escritório, no qual parecia estar sendo engolido
por pilhas de livros e relatórios.
Quando questionado a esse respeito, ele
explicou com um pensamento de Henri Bergson (Filósofo francês) que dizia: "Não existe a desordem, mas sim dois tipos de ordem, a geométrica e a vital". E completou. A minha é claramente vital.
Conclui-se que, algumas pessoas têm a necessidade de estarem envolvidas
por muitas questões e anotações como forma de se sentirem vivas e úteis,
mas não perdem o foco do que estão fazendo e sabem exatamente onde tudo está. Apenas não se importam com a ordem no sentido de conforto, porém ela
existe como ordem efetiva e produtiva.
O mesmo acontecia com Einstein, que anotava fórmulas imensas num quadro e depois continuava com suas anotações e estudos até que quando finalmente conseguia dormir, não descansava a mente, continuava pensando e levantava para anotar o que tinha acabado de sonhar, ou seja, mais fórmulas. Porém na pilha de material que estudava e anotava tinha uma organização pessoal e uma sequência lógica no raciocínio de como continuava sua linha de pensamento. Para ele essa "fórmula" funcionava.
Organizadores e Empilhadores
Organizadores são pessoas com pensamentos claros, organizados e decididos. Eles possuem muitos documentos e objetos em sua casa, mas vivem com praticidade, ou seja, selecionam os documentos por assuntos e os coloca em envelopes ou pastas de cores diferentes; etiquetados de acordo com assuntos, vencimentos ou se já foram pagos; são datados caso seja preciso guarda-los por mais um tempo e os guarda num armário fechado de fácil acesso.
Quanto aos objetos, têm apenas o que necessitam. Não compram tudo que veem - mesmo que esteja em promoção - e cada objeto está no local certo para sua funcionalidade. Se estragou e não funciona mais, descarta. Não guardam coisas que sabem que não vão mais usar, pois não irão levar para consertar. Suas roupas combinam com seu estilo. Não compram nada apenas por estarem na "moda" ou porque na revista ficou bonito na modelo. Lembre-se - Você não é modelo. Se comprar o que não fica bem em você, será mais uma tranqueira a entulhar seu guarda-roupas.

Empilhadores são pessoas geralmente agitadas, que fazem muitas coisas ao mesmo tempo. Têm também muitos documentos e objetos, mas quando precisam achar um deles, sai a procura em meio a uma tonelada de papéis empilhados de qualquer jeito e, na insatisfação e obrigação de ter que procurar, espalha tudo sobre a mesa e no chão na tentativa de localizar o que precisam (normalmente com urgência, porque esse também é um traço da pessoa bagunceira- deixar tudo pra última hora e muitas vezes nem consegue realizar porque perde o prazo ou não sabe onde guardou o documento). E, muitas vezes se perdem diante de tanta informação e documento. Começam procurando um documento e quando veem, se distraem quando acham outro documento que precisou há tempos atrás e só agora achou. Acabam então, se envolvendo com outras anotações que remetem a lembranças passadas e com isso o tempo passa e desistem de localizar o que estavam procurando. Aí junta tudo de qualquer jeito coloca de volta na caixa , fecha sem organizar e sem achar o que procurava.
Quanto aos objetos, acumulam coisas que não sabem nem porque comprou. Inutilidades e tranqueiras sem necessidade, muitas vezes ainda sem abrir a embalagem. Roupas de festa, sendo que nunca usa, sem contar que a quantidade de roupas que têm é tanta que não cabem no armário e ainda comentam "não tenho roupas". Fica um tanto de roupas amontoadas num canto, algumas ainda com etiquetas, esperando para consertar - na tentativa de um dia servir ou voltar a "moda". Se fizerem uma seleção categórica, irão constatar que no máximo 20 peças são de seu uso, o resto é entulho que precisa ser descartado.
Ambiente de trabalho

O local de trabalho não precisa ter decoração cara, mas na impede se você tiver bom gosto de condições financeira para isso. Porém, o que importa é que seja um local limpo, arejado, organizado, sem caixas empilhadas, sem nada sobre as cadeiras e com sua mesa de trabalho em ordem para produzir o que você irá fazer naquele dia. Coloque tudo em pastas de cores diferentes para facilitar a localização.
Nos armários ou fichários, deixe tudo por ordem alfabética e cada gaveta por data. O que não estiver usando coloque em armários fechados ou estantes com tudo selecionado.
Já
em sua casa, não deixe nada em cima de guarda-roupas nem embaixo das
camas. Arrume seus sapatos limpos numa sapateira fechada com apenas os pares
que você usa. Na cozinha, organize sua pia, lave as louças e guarde-as.
Faça o mesmo na sua área de serviço. Isso facilitará seu trabalho, irá render seu tempo e se sentirá
descansada porque ver bagunça cansa a mente e faz com que você não
tenha ânimo pra nada.
Arrume
tudo antes de sair de casa - acorde mais cedo e organize tudo. Tente
chegar em sua casa sem ter nada espalhado pelo corredor. Se chegar com
uma visita ela sentirá confortável em sua sala linda como você gosta - porque sei que você
gosta dela linda- Essa sensação de ordem é insubstituível, ou seja irá trazer um orgulho para você mesma e
uma satisfação interna que aquele monte de guloseimas que você comeu na noite passada e que deixou
largado na mesinha da sala e na pia, nunca lhe deram.
Casa com crianças, animais de estimação, ou muitas pessoas morando no mesmo ambiente
Algumas pessoas não se incomodam com brinquedos espalhados, pratos e copos sujos na sala ou animais sobre as camas e até acomodados em cima da mesa de jantar ou nos armários. Eventualmente, isso pode acontecer quando moram muitas pessoas na casa, trabalham fora e o tempo para a organização é corrido sem que se tenha outra pessoa para organizar e guardar tudo, mas quando essa situação se torna rotina o acúmulo de bagunça pode sinalizar um sintoma disfuncional desses moradores e nem sempre será apenas desorganização, mas vai além, pode revelar traços de transtornos de personalidades em conflito, depressão, baixa autoestima, estresse, desmotivação para a vida e, raramente será por condição econômica pois pobreza não significa sujeira nem bagunça
Coisas inúteis guardadas
Para o pesquisador David Tolin, da Escola de Medicina da Universidade de Yale, em estudo sobre o funcionamento do cérebro da pessoa que acumula coisas que não lhe são úteis, como sendo uma necessidade compulsiva de adquirir objetos e a incapacidade de descartar o que não é mais utilizável- e até de descartar o lixo diário - junto com uma desorganização debilitante.
Acumuladores mostraram que quando submetidos a Ressonância Magnética, o cérebro tinha funcionamento diferente quanto a estímulos recebidos bem como de avaliar os riscos iminentes de saúde e dificuldade nas decisões emocionais.
Acumulador não ama o que têm, porque muitas vezes nem sabe que têm. É uma necessidade de juntar, de ter, para satisfazer um vazio existencial . Coloca nos objetos sua salvação, que podem lhes ajudar em algum momento e dar a satisfação que procuram.
Complexo de Inferioridade
Uma outra situação é a pessoa comprar coisas que não vai usar, que não combinam com ela ou com sua casa e até com valor acima de sua capacidade de pagar, apenas para uma satisfação interna de se comparar com outra pessoa e mostrar aos outros que podem ter e que não é inferior a ninguém. Tem ainda, aquelas pessoas que fazem doação de objetos para instituições, não como um ato nobre, mas com sentimento de que são coisas para gente que, em seu íntimo os vê como coitados e dignos de dó, e ao doar sua sensação de satisfação, muitas vezes inconsciente é de que está em melhor situação que o outro, mesmo que a intenção a princípio era de ajudar.
Senti-se realizada saindo com montanha de sacolas nas mãos para demonstrar "é tudo meu".
Isso é Complexo de Inferioridade - um transtorno tão sério quanto o de Acumulador, só que aqui a pessoa enaltece a ela mesma.
No complexo de inferioridade, a pessoa adquire coisas, sem necessidade e depois - ou guarda por anos como um troféu, como forma de afirmação pessoal e de status aparente, ou descarta no lixo ou como doação, para se sentir confortável, com a sensação "posso ter e posso doar".
Casa de vó
É diferente quando se chega na casa da vó,
onde tudo está disponível para a brincadeira e para se sentir a vontade.
Isso traz conforto, liberdade de ação e alívio da vida cotidiana,
porém é uma situação momentânea, onde aqui a intenção é deixar que as
crianças e mesmo os adultos fiquem descontraídos, brinquem, relaxem,
conversem, comam todos juntos aquela bela comidinha da vó e depois tudo
isso tenha seu equilíbrio de volta, onde todos ajudam, guardam e limpem
tudo para a vida que retoma.
*Porquê guardar coisas e roupas que não vai usar? Liberte-se!
*Porquê ter um ou mais cadernos de receitas cheio de páginas soltas , papéis anotados e rótulos de receitas dentro, se você nunca fez nada, nem vai fazer. Conscientize-se!
*Porquê comprar eletrodomésticos inúteis se você não gosta de cozinhar? Seja prática!
*Porquê guardar cadernos de infância ou agendas de anos anteriores? Organize-se!
*Porquê guardar brinquedos das crianças se seus filhos já são adultos? Acorda pra vida!
*Porquê guardar bilhetinhos e presentinhos de alguém que te traiu? Livre-se disso!
*Porquê guardar todas as mensagens que recebe durante o dia no seu celular? Apague!
*Porquê não se amar como você merece? Pense nisso!
"Nosso corpo é uma máquina complexa e perfeita e o Criador a mantém
em perfeita ordem, mas para nossa felicidade precisamos de pouca coisa e
isso só depende de nós".
Luiza Gosuen
Tem se tornado frequente entre alguns jovens, a prática de jogos que usam de estratégias que fogem do tema diversão e lazer para se tornarem jogos letais, verdadeiras armas de matar. São jogos normalmente comandados por um jovem que induz outro jovem a fazer parte do jogo seguindo todas as etapas para ser um ganhador no final, onde o troféu é cometer suicídio. Para isso estimulam e até auxiliam o jovem participante a cometer esse ato. Tanto quem induz, estimula ou auxilia , bem como quem pratica o suicídio estão passando por sérios problemas de ordem psíquica e desequilíbrio emocional portanto, merecem atenção especial por parte da família , da escola e de amigos próximos que possam perceber qualquer alteração fora do contexto de vida desses jovens.
Mesmo sendo jovens comprometidos emocionalmente, devem ser enquadrados na lei. Isso não é um jogo é um crime. (artigo122 do código penal)
Induzir alguém a alguma coisa, nesse caso ao suicídio é criar na mente do outro o desejo para cometer esse ato. Cria a ideia de um pensamento que antes, provavelmente, nem existia ou que coincide com uma situação de menosprezo do jovem ou até estimula a concretização de fatos passados levando esse jovem a manifestar o desejo de que ele não tem importância para ninguém e que a vida não vale a pena.
Instigar é reforçar essa ideia na pessoa como sendo algo que ela precisa fazer e insistir até convencer a pessoa que ela deve fazer.
E por fim, auxiliar na prática, usando todos os meios para que ela possa realizar essa prática, dando todo o suporte até a fase final.
Esses ditos "jogos" são disseminados na internet com o objetivo de atingir a meta proposta, sendo que a cartada final é quase sempre a autoflagelação e o suicídio. Se dá através de um convite feito pelas redes sociais, onde o participante deve seguir as etapas (o jogo mais divulgado é Blue Whale- baleia azul- num total de 50 etapas de automutilação a serem cumpridas) até atingir o objetivo final que é o suicídio e para comprovar que as etapas foram realizadas, os desafios devem ser publicados. Como vemos nas figuras: queimaduras, arrancar os cabelos, cortes , espancamentos etc.
O nome baleia azul foi dado pelos criadores do jogo em referência a uma informação de que essa baleia tinha tendência suicida de se encalhar em praias rasas, o que é uma inverdade, ela não é suicida, o que acontece, provavelmente deva ser uma falha no seu sistema de ecolocalização devido a poluição dos mares ou até o ruído das muitas embarcações. É um animal dócil, porém muito grande com 30 mts de comprimento e 177 toneladas, com um ruído estrondoso de 188 decibéis- mais forte que um avião a jato- e que nada a uma velocidade de 50km/h. Portanto, esse nome do jogo não tem nada em comum com o animal.
Um outro jogo é o da Asfixia ou "Choking Game", onde o jovem que perder a partida deve se asfixiar com as mãos ou outro instrumento, podendo ser corda , fio, um lençol ou ser enforcado por outro jogador até desmaiar e, isso deve ser filmado e postado para comprovar a façanha. Existe ainda o jogo "Balconing" que é ser filmado se equilibrando em locais que ofereça perigo a si próprio e o jogo "Planking" que é ser filmado em lugares altos e perigosos, onde a pessoa corre o risco de cair e se lançar desse local.
Os jovens procuram sempre por situações inusitadas que aumente a adrenalina, que causem medo e pânico como recompensa e que possa provocar sensações novas, mas não são capazes de mensurar as consequências e sempre acham que nada de mal vai-lhes acontecer. Que o fracasso é para os outros - os fracos e sem coragem.
Por trás do jogo, do isolamento e do desprezo pela vida está um processo que vem crescendo aos poucos, invadindo os lares devagarinho, substituindo o afeto real por coisas virtuais e irreais e destruindo a essência das pessoas fazendo com que se anulem perante tudo e todos, tornando-se invisíveis diante do espelho. Esse processo é a depressão.
**Importante **
Pais, familiares e responsáveis acompanhem seus filhos. Arrumem tempo para compartilhar atenção com eles. Procurem entender os gostos e interesses de seus filhos. Não desprezem seus talentos e habilidades. Não sejam insensíveis e egoístas. Procurem saber quem são seus amigos, onde costumam frequentar, quais atividades participam nas redes sociais, quais jogos estão envolvidos e como são esses jogos. Fiquem atentos a qualquer atitude diferente de seu filho. Procurem conversar sobre tudo com eles, sem discriminação ou preconceito, mas sempre orientando-os para convivência de maneira assertiva. Verifiquem se estão usando apenas roupas largas ou de mangas compridas mesmo no calor. Não robotizem os pensamentos e atitudes deles sem antes ouvi-los. Observem se estão passando a noite inteira no computador e se ficam isolados por muito tempo. E lembrem-se, não importa a idade que seu filho tenha, nada substitui o seu afeto e sua atenção para com eles. Se você os ignorar, outras pessoas irão tomar seu lugar e pode não ser com amor.
Não gaste seus sentimentos sofrendo pelo personagem da novela, não gaste sua paciência com as imoralidades dos políticos, não perca seu tempo com amigo virtual que você nunca saberá quem é de verdade e mensagens de celular vazias, não se esconda atrás da máscara que o mundo dá pra você, mas gaste tempo com sua família, tenha paciência com seu filho, seja amigo de quem está ao seu lado e abrace quem você ama de verdade. É isso que realmente faz toda a diferença. A vida está desfilando na sua frente e pode estar levando seu filho, sabe-se lá para onde, e você está olhando para o celular. Seus filhos precisam de atenção e você já esqueceu de como é dar colo. Eles sim, valem a pena, valem seu tempo, seu abraço, seu sorriso... o resto é pano de fundo e pode esperar.
Leia também: Transtorno de Ansiedade e Depressão
https://luizagosuen.blogspot.com.br/2015/03/transtorno-da-ansiedade-e-depressao.html
"Transtorno Disfórico Pré-Menstrual - Um monstro que nocauteia seus sentimentos, imobiliza suas atividades, destrói sua autoestima e tranca você numa prisão sem chaves, onde a punição é o isolamento de tudo e todos." Luiza Gosuen
Se a TPM já era alguma coisa que deixava algumas mulheres sem condições físicas e emocionais para lidar no trabalho e no cotidiano, enquanto essa fase ocorria, imagina algo ainda pior. Sim existe - é a chamada TDPM e pode atingir até 75% das mulheres em idade produtiva, com sintomas que vão de leve a moderado. São sintomas ainda mais intensos do que na TPM e que ocorrem até uma semana antes da menstruação. Esse desequilíbrio genético se manifesta com a disfunção da serotonina, um neurotransmissor que regula o humor e o sono. É responsáveis pela transmissão de substâncias que permitem a comunicação entre as várias regiões do sistema nervoso proporcionando bem-estar e equilíbrio emocional.

O histórico familiar e fatores genéticos também podem influenciar. Esse transtorno deve cessar com o inicio do ciclo menstrual, porém para algumas mulheres pode continuar por até 5 dias depois da menstruação e, em casos extremos temos relatos de autolesão e até suicídio. Para se firmar esse diagnóstico é necessário que esse quadro se repita pelo menos durante três meses seguidos e, caso dure mais tempo é importante também que se faça um acompanhamento com outros profissionais, psicólogo ou psiquiatra e nutricionista que poderão ajudar na elaboração do diagnóstico mais preciso caso tenha comprometimento emocional. O acompanhamento de um ginecologista também se faz necessário.
Diagnóstico - Sintomas mais comuns de TDPM
1. Ansiedade acentuada, irritabilidade excessiva.
2. Manifestação de raiva e conflitos interpessoais por qualquer coisa.
3. Dificuldade em se concentrar.
4. Humor deprimido, sentimentos de desesperanças em tudo.
5. Desinteresse em suas atividades.
6. Instabilidade afetiva. Falta de humor.
7. Letargia, cansaço e falta de energia.
8. Descontrole emocional. Briga com todos.
9. Alteração no apetite, excessos alimentares com ganho de peso.
10. Hipersônia (dormir demais) ou insônia.
11. Inchaço das mamas, dor de cabeça, dor no corpo.
Os tratamentos

Até o momento não temos um tratamento oficial. Os métodos mais comuns, dependendo dos sintomas de cada paciente, utilizam o controle por contraceptivos orais, antidepressivos e ansiolíticos, analgésicos, aconselhamento dietético, disciplina alimentar, uso de vitaminas e sais minerais e psicoterapia como aliada importante no equilíbrio emocional. É preciso controlar o funcionamento da serotonina no corpo. Em casos mais leves, pode-se reverter esses sintomas melhorando a hidratação, tomando bastante água e sais minerais. Uma alimentação adequada para estimular o metabolismo (vitamina B6) e evitar o uso de açúcares reduzindo o consumo de doces e carboidratos industrializados. Recomenda-se ainda atividade física que inclua aeróbica, pelo menos três vezes por semana.
Já para os quadros mais complicados é indicado a medicação psico-farmacológica. São receitados medicamentos à base de fluoxetina, que otimizam o funcionamento da serotonina no cérebro. O tratamento pode durar até dois anos, até que a regulação do sistema neurológico e funcionamento da serotonina estejam no nível adequado, pois só assim atuam favoravelmente na irritabilidade, angústia e depressão.
Dieta nutricional
Quando ministrada com critério profissional a dieta nutricional pode amenizar os sintomas.Uso de vitaminas B6; minerais como magnésio; ácidos graxos poliinsaturados (ômega3- nos peixes e ômega6-nos óleos vegetais); aminoácidos(feijão, soja, ovos, lentilha, quinoa, chia, frutos do mar); aumento da ingestão de fibras(frutas); redução de gorduras saturadas (gorduras animais) e açúcar(doces) ; redução do consumo de sal e cafeína (café, chá, refrigerantes do grupo cola, guaraná) ; limitar a ingestão de produtos lácteos (leite e derivados). Não se deve abusar de bebidas alcoólicas e recomenda-se para a redução do estresse a prática de exercícios e massagens para relaxamento. Deve-se limitar também o consumo de alimentos gordurosos(frituras) e o excesso de proteínas (carnes vermelhas). Um tipo especial de gordura extremamente útil é o ácido cis-linoleico- encontrado em alguns óleos como o de girassol. As verduras, legumes, cereais, frutas e os alimentos integrais fornecem grande parte dos elementos nutricionais que propiciam o adequado equilíbrio entre hormônios femininos.
Alguns alimentos - ainda sem comprovação científica - foram observados como sendo ativadores dos sintomas, entre eles: chocolate, cafeína e álcool. Foram consideradas também as deficiências de vitamina B6 e de magnésio.
Psicoterapia

Atua no acompanhamento das emoções afloradas, no controle da depressão, angústia, irritabilidade e desesperanças. Revitaliza a autoestima equilibrando o humor. Incentiva o retorno às atividades cotidianas e de trabalho, interagindo de maneira positiva com pessoas nos ambientes sociais, fortalecendo suas energias psíquicas. Direciona os sentimentos negativos para vivências produtivas e envolvimentos sociais que promovam compartilhamentos entre familiares e amigos. Estabelece conforto emocional.
Acupuntura e Homeopatia


Na medicina tradicional chinesa, a acupuntura(ativação dos meridianos através de agulha) normaliza as alterações hormonais da mulher através do equilíbrio energético do fígado que está estreitamente relacionado com a vesícula biliar responsável por ativar a postura frente a vida e tomada de decisões. Na acupuntura, o fígado é o órgão mais importante para a mulher, assim como o rim o é para o homem.
O fígado na mulher é responsável por alterações no ciclo menstrual, presença de cistos no ovário, miomas uterinos, corrimentos ou pruridos vaginais, alterações da libido como frigidez e impotência. O fígado é responsável por manter o livre fluxo da energia total do corpo. Como o movimento do sangue segue o movimento da energia vital o fígado direciona a circulação do sangue e regula também o ciclo menstrual.
O uso de massagem como o Shiatsu (ativação dos meridianos através do toque) também é um ponto forte no controle das ansiedades, desbloqueando os fluxos energéticos e proporcionando mente aberta, sentimentos leves, relaxamento e bem-estar.


Já a homeopatia harmoniza o indivíduo na sua totalidade, fazendo uso de medicamentos que atuam como base energética do próprio indivíduo e que identifica com a essência de vida daquele indivíduo, proporcionando equilíbrio mental e força interior. A homeopatia pode se associar também a remédios naturais (Sweet Chestnut), florais (Rescue) e plantas medicinais (Vitex agnus-castus), que complementam no quadro de reestruturação dos sintomas apresentados.


*Importante - Lembro ainda que toda atitude exacerbada do paciente não é um capricho e sim uma consequência proveniente do transtorno que a pessoa está vivenciando, portanto merece ajuda e cooperação de familiares e amigos para enfrentar esse momento extremamente difícil e que será superado com apoio e compreensão de seus familiares.